O placar foi inaugurado aos 7', após erro crasso de Rhys Priestland. O abertura galês errou um chute para a lateral após penal no meio campo e, na sequência, os All Blacks arrancaram um penal no campo ofensivo, permitindo a Cruden abrir o placar. 3 x 0.
Pouco depois, Cruden desferiu chute cruzado em cima de Cuthbert, iniciando nova pressão sobre Gales, Cruden arrematou penal de longa distância, fazendo 6 x 0. E, aos 22', Cruden ampliou para 9 x 0.
Aos 26’, Priestland buscou chutar bola no fundo para Savea, que tem claros problemas de recepção. Porém, Dagg controlou a bola e lançou o contra-golpe, servindo Savea, que se correu meio campo. Na sequência, a transição rápida para a outra ponta encontrou Liam Messam, que cravou o primeiro try do jogo.
Os All Blacks seguiram com tudo, trabalhando as fases e a linha com muita propriedade. Dagg seguiu infernal e, em outra grande jogada, Savea se lançou ao ataque após erro de Priestland e recebeu tackle impactante de Liam Williams, que se saiu muito bem na partida colocando pressão sobre Savea.
Gales deu o troco com contra-ataque puxado por Jonathan Davies, que serviu Liam Williams. Contudo, o lance não teve continuidade por conta de knock-on de Paul James. Os Dragões conseguiram equilibrar a partida por conta da boa partida de sua terceira linha, que nessa altura da partida já havia igualado o número de turnovers dos All Blacks, 7 x 7, com Warburton voltando ao alto nível.
Entretanto, os neozelandeses ampliaram a vantagem antes do intervalo. Após lateral, Woodcock encontrou o buraco na formação galesa e correu para o try, em lance igual ao feito por ele próprio contra a França na final da última Copa do Mundo. 23 x 0.
O segundo tempo começou eletrizante, com a Nova Zelândia conseguiu um penal aos 42', convertido por 26. Não tardou para Savea armar rápido contra-ataque para os All Blacks, conduzido em seguida por Aaron Smith. Entretanto, Cruden não foi capaz de dar prosseguimento à jogada. Logo depois, aos 48', Savea fez outra grande jogada e serviu Luke Romano, que atropelou a defesa galesa e cravou um impactante try, fazendo 33 x 0.
Com tamanha desvantagem, Gales foi para cima, mas não conseguiu encontrar espaços. A alternativa veio aos 56’. Gales obteve um lateral no campo de ataque lateral, e formou rapidamente um try com quase o time todo, culminando no try de Scott Williams.
Os galeses cresceram no jogo bem e conseguiram boas ações com a linha. Em rápido contra-golpe, os vermelhos levaram perigo pela ponta, mas Cory Jane cortou o passe e recebeu cartão amarelo. Aos 65', foi a vez de Whitelock levar perigo aos galeses, cravando a bola na meta adversário. Porém, seu duplo movimentou invalidou o try. O penal já havia sido marcado para os All Blacks, que seguiram na pressão, mas pararam na defesa galesa.
No fim do jogo, Gales chegou a seu segundo try, com Cuthbert, finalizando rápida linha de passes. E o próprio Cuthbert ainda levou perigo novamente, arrancando 40 metro. Porém, Dagg efetuou o tackle salvador. Fim de jogo, e triunfo neozelandês por 33 x 10.
Árbitro: Craig Joubert (África do Sul)
País de Gales 10 x 33 Nova Zelândia
Local: Cardiff, País de Gales
Reservas: 16 Ken Owens, 17 Gethin Jenkins, 18 Scott Andrews, 19 Aaron Shingler, 20 Justin Tipuric, 21 Tavis Knoyle, 22 James Hook, 23 Scott Williams.
Técnico: Warren Gatland
Pontos de Gales
Tries: Scott Williams (1), Cuthbert (1)
Reservas: 16 Dane Coles, 17 Wyatt Crockett, 18 Charlie Faumuina, 19 Brodie Retallick, 20 Victor Vito, 21 Piri Weepu, 22 Beauden Barrett, 23 Ben Smith.
Técnico: Steve Hansen
Pontos da Nova Zelândia
Tries: Messam (1), Woodcock (1), Romano (1)
Conversões: Cruden (3)
Penais: Cruden (4)
Árbitro: Craig Joubert (África do Sul)
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